Projeto Zona Mundi pretende popularizar técnicas digitais com intercâmbio de artistas

Projeto Zona Mundi pretende popularizar técnicas digitais com

intercâmbio de artistas
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Amanhã é a vez do músico e engenheiro de sistemas pernambucano
Jarbas Jácome, mostrar o seu trabalho. Jarbas, que é mestre em
ciência da computação e pesquisador do Centro de Informática da
Universidade Federal de Pernambuco, vai falar sobre dois
softwares capazes de processar imagem e som em tempo real.
O software ViMus foi criado pro ele (e pode ser baixado em
som e fazer efeitos visuais baseados no som”, esclarece Jarbas,
ressaltando que a captura da imagem e do som, no caso, acontece
em tempo real, assim como no outro software, o Pure Data,
desenvolvido pelo pesquisador americano Miller Puckette.
Jarbas fala sobre os dois softwares. “Minha expectativa é
mostrar a músicos, artistas plásticos, videastas, pessoal de
dança e teatro o que dá pra fazer com esse softwares, que são
próprios para o palco, a experimentação e a interação”, diz.
Munidos de tanta novidade, os participantes dos workshops vão
poder participar da performance que acontece amanhã. Aberta ao
público, ela junta Ramiro, Jarbas, o coletivo Radio-mundi e o
VJ Kamikaze para uma apresentação onde a tecnologia dá o tom.

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A Tarde, Caderno 2, Salvador – BA

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Data de publicação: 16/04/2009

Por Liana Rocha

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Amanhã é a vez do músico e engenheiro de sistemas pernambucano Jarbas Jácome, mostrar o seu trabalho. Jarbas, que é mestre em ciência da computação e pesquisador do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, vai falar sobre dois softwares capazes de processar imagem e som em tempo real.

O software ViMus foi criado pro ele (e pode ser baixado em https://jarbasjacome.wordpress.com/vimus). “A idéia é pegar o som e fazer efeitos visuais baseados no som”, esclarece Jarbas, ressaltando que a captura da imagem e do som, no caso, acontece em tempo real, assim como no outro software, o Pure Data, desenvolvido pelo pesquisador americano Miller Puckette.

Jarbas fala sobre os dois softwares. “Minha expectativa é mostrar a músicos, artistas plásticos, videastas, pessoal de dança e teatro o que dá pra fazer com esse softwares, que são próprios para o palco, a experimentação e a interação”, diz.

Munidos de tanta novidade, os participantes dos workshops vão poder participar da performance que acontece amanhã. Aberta ao público, ela junta Ramiro, Jarbas, o coletivo Radio-mundi e o VJ Kamikaze para uma apresentação onde a tecnologia dá o tom.

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