Sangue no Silício

julho 4, 2013

Sangue no Sílicio!

autocrítica + autonomia + autogestão + consumo crítico + tecnologia sem tecnolatria = sangue no silício!!!

ter(09/07)
13h – 18h: I Seminário Arte-Computação nas Escolas (programação detalhada abaixo)
19h – 22h: Plástica Sonora com Helder Vasconcelos

qua(10/07), qui(11) e sex(12) 14h – 18h: Laboratório aberto de dança e eletrônica com Filipe Calegário, Helder Vasconcelos e João Tragtenberg

qua(10/07) e sex(12) 19h – 22h:
Práticas de arduino, sensores e eletrônica com Filipe Calegário e João Tragtenberg

qui(11/07) 16h – 18h:
Etnomatemática com EdCarlos Costa
Arte + Eletrônica + Reciclagem com Fernando Rabelo

Local: Casa da Cultura de São Félix

Veja no mapa: http://www.openstreetmap.org/browse/node/1665072714

 

Mais informações sobre nossos convidados nacionais:

Filipe Calegario é aluno de doutorado em Ciência da Computação pelo Centro de Informática da UFPE desde 2013, pesquisando novas formas de expressão musical. Como bolsista do programa ERASMUS MUNDUS, realizou um ano de intercâmbio universitário na Technische Universität München, em Munique, em 2009. Com projetos interativos e experimentais, já apresentou trabalhos em eventos como Digital Sensations (Londres), Nokia Push Showcase (Londres), FILE 2010 (São Paulo), Continuum 2010 (Recife), FAD 2010 (Belo Horizonte), FILE RIO 2010 (Rio de Janeiro) e Interactivos?’10 (Belo Horizonte). Com o trabalho Marvim Gainsbug, em parceria com Jerônimo Barbosa, recebeu Menção Honrosa no FILE PRIX LUX 2010 e foi premiado no Conexões Tecnológicas 2010 realizado pelo Instituto Sérgio Motta. Ex-vocalista da banda Faringes da Paixão, agora se dedica a projetos de experimentação com música, arte e computação. http://filipecalegario.net/

Helder Vasconcelos: Sou músico, ator e dançarino formado nas tradições do Cavalo Marinho e Maracatu Rural. Criei o grupo musical Mestre Ambrósio em 1992; meu primeiro solo, “Espiral Brinquedo Meu”, em 2004 e “Por Si Só” em 2007. No cinema atuei no “Baile Perfumado”, “O Homem Que Desafiou o Diabo” e no ainda inédito “A Luneta do Tempo”. Coordeno o Boi Marinho, grupo que formei em 2000. E atualmente trabalho na pesquisa “Foco”, que resultará no meu terceiro solo. www.heldervasconcelos.com.br

João Nogueira Tragtenberg é músico (acordeonista), formado em Física pela UFSC e atualmente é membro do Grupo de Pesquisa em Música, Tecnologia, Interatividade e Computação da UFPE (MusTIC) no desenvolvimento de instrumentos musicais digitais.

 

abaixo o cartaz e a programação detalhada do I Seminário Arte-Computação nas Escolas da tarde do de terça-feira (09/07):

13:00 – Concentração
14:00 – Dinâmica de introdução: plano cartesiano humano
14:30 – Rodada com pesquisadores do grupo:
Fagner Fernandes – Fluxodrinhos
Taís Gonçalves – Jogos eletrônicos
Aline Brune – Animação interativa
Cauê Santana – Narrativas
Flávia Pedroso – Dança
Diogo Navarro – Design generativo
Lilian Ventura – Arte robótica
Alder Augusto – Teatro Kotebá
Jarbas Jácome – Arte-Computação nas Escolas
16:30 – Intervalo para lanche
17:00 – Filipe Calegário, Helder Vasconcelos e João Tragtenberg:
dança, computação, música e arte-eletrônica
17:40 – Dinâmica de conclusão

 

O cartaz do Sangue no Silício foi feito utilizando esse código rodando no Processing (http://processing.org) durante uma noite e depois selecionando a imagem entre as várias geradas.

Copie, cole no Processing, aperte ctrl + t para identar o código e deixe-o rodar que a coisa vai desenhando fractais um por cima do outro. Ele demora alguns segundos para gerar cada fractal.

//Sangue no Silício!!!

float tamVeias = 300;
int iteracoes = 14;

void setup () {
size (1280, 800);
background(0);
colorMode(HSB);
}

void draw () {
//background(0);
strokeCap(ROUND);
sangue (width/2.0+400, height/2.0,
tamVeias, 8, PI, 0);
strokeCap(SQUARE);
silicio (width/2.0+400, height/2.0,
tamVeias, 8, 0, 0);
save(“sangue”+millis()+”.png”);
}

void sangue (float pX, float pY,
float tam, float g,
float a, int c) {
stroke(0,255,255, 255*tam/tamVeias);
PVector p = linhaTorta (pX, pY, tam, g, a);
if (c < iteracoes) {
sangue(p.x, p.y, tam*random(0.4, 1.0), g*0.7,
p.z+random(0.2), c+1);
sangue(p.x, p.y, tam*random(0.4, 1.0), g*0.7,
p.z-random(-0.2), c+1);
}
}

PVector linhaTorta (float pX, float pY,
float tam, float g,
float a) {
float t=0;
float inc=0.01;
float incA = 0;
while (t<1.0){
strokeWeight((2.0-t)*g);
line (pX, pY, pX+=cos(a)*tam*inc,
pY-=sin(a)*tam*inc);
a+=incA+random(-0.1,0.1);
float rT = 1-tam/tamVeias;
incA+=random(-0.005*rT,0.005*rT);
t+=inc;
}
PVector r = new PVector(pX, pY, a);
return r;
}

void silicio (float pX, float pY,
float tam, float g,
float a, int c) {
stroke(0,255,255, 255);
strokeWeight(2.0*g);
line (pX, pY, pX+=cos(a)*tam, pY-=sin(a)*tam);
if (c < iteracoes) {
silicio(pX, pY, tam*0.7, g*0.7,
a+PI/2, c+1);
silicio(pX, pY, tam*0.7, g*0.7,
a-PI/2, c+1);
}
}

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2 Respostas to “Sangue no Silício”


  1. linda forma de compartilhar !


  2. […] 3 – o grito: na visão utilitarista, um “software inútil”. na minha visão, um recorte sensível daquilo que me faz me sentir vivo. uma provocação, que propõe um apropriar-se tecnologicamente pautado pela adoção de uma nova postura – que aceite os paradoxos, o incerto, as contradições e a insegurança como parte inerente a nós mesmos e que portanto devem ser “refletidas” nas nossas criações – com o objetivo de propiciar o surgimento de artefatos tecnológicos mais humanos (sem nunca ser homem ou mulher). que “choram, cagam, fazem sexo e sentem dor”… o esgoto da rua no lugar de laboratórios esterilizados. calculadora que insiste em dizer que 1 mais 1 são 3. “sangue no silício”. […]


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